• Quem pode aderir à Sociedade de São Vicente de Paulo?

    Pode aderir à Sociedade de São Vicente de Paulo quem quiser traduzir em actos a mensagem que Jesus Cristo nos deixou:

    "Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei."

  • Como se pode colaborar com a Sociedade de São Vicente de Paulo?

    Pode fazê-lo do seguinte modo:

    - aderindo à nossa Conferência;
    - contribuindo com géneros alimentares, roupa, ofertas monetárias (NIB: 0035 0826 00000 6904 3103), entre outros...

Reunião


Informamos que a próxima reunião será no dia 23 de Setembro pelas 21 horas, no Salão Paroquial de S. Martinho de Bougado.

As próximas reuniões realizar-se-ão às quintas-feiras, de 15 em 15 dias.

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Depois das férias, a família Vicentina regressou…

Com muita força e entrega neste trabalho de Apostolado da caridade, regressamos para fazer o bem ao próximo.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas

«Se alguém vem ter comigo,
e não Me preferir ao pai, à mãe,
à esposa, aos filhos, aos irmãos, às irmãs
e até à própria vida,
não pode ser meu discípulo.
Quem não toma a sua cruz para Me seguir,
não pode ser meu discípulo.»

A leitura de reflexão chama-nos a atenção sobre o bem que temos de fazer ao próximo. Jesus chama-nos e a nossa resposta tem de ser um SIM absoluto e sincero. Mas para que este SIM seja de entrega total temos de abdicar de muitas coisas como por exemplo, deixar a nossa família para podermos ir ao encontro daqueles de que precisam, que estão sós, que necessitam de apoio psicológico, de uma palavra de conforto…

Precisamos de deixar de pensar só em nós e pensar mais no outro, naquele que pede mais de nós.

Jesus chama-nos atenção «Quem de Vós não renunciar a todos os bens não pode ser meu discípulo.»

Quem dá um pouco da sua vida aos outros, está mais próximo de Deus.

Saudações Vicentinas.

Reunião

Após o período de férias, está na altura de voltar ao “trabalho”. Deste modo informamos que a próxima reunião será no dia 9 de Setembro pelas 21 horas, no Salão Paroquial de S. Martinho de Bougado.

As próximas reuniões realizar-se-ão às quintas-feiras, de 15 em 15 dias.

“Cristão em férias ou férias de Cristão?”

A reunião do pretérito dia 15 de Julho de 2010, a última antes do período de férias, foi bastante produtiva e teve grande afluência dos Confrades Vicentinos.
Vamos de férias apenas das reuniões, porque o trabalho activo da acção Vicentina mantêm-se, isto é, continuamos a fazer as visitas e a acompanhar os nossos irmãos mais fragilizados…

Antes do período de férias iremos realizar um convívio com toda a Família Vicentina de S. Martinho de Bougado.

Voltaremos às nossas reuniões no próximo dia 9 de Setembro de 2010.

Boas Férias para todos.

O tema de reflexão da nossa reunião tinha como título “ Cristão em férias ou férias de Cristão?”, tendo este sido retirado do sitio http://jmvalferrarede.blogspot.com/2009/07/cristao-em-ferias-ou-ferias-de-cristao.html .
Começamos por escutar o texto na íntegra. Depois reflectimos sobre aquilo que deve ser as férias de um cristão, nomeadamente de um vicentino. Dessa reflexão
surgiram algumas conclusões, tais como:
– Se no tempo de férias não deixamos de cumprir com as nossos deveres e com as nossas responsabilidades enquanto pais, filhos, cidadãos, amigos, etc. também
devemos continuar a nossa vivência enquanto cristãos, isto é, devemos continuar a mostrar a nossa fé quer em obras, quer através do nosso exemplo de vida.
– Uma das sugestões apresentadas, foi por exemplo, levar um livro que nos ajude a crescer na fé e que nos faça reflectir sobre ela.
– Independentemente do local onde nos encontremos não devemos ter vergonha de nos assumir cristãos.
– No fundo, apenas uma coisa se exige ao cristão, é que seja coerente, possa dedicar uma ou duas horas na semana às coisas de Deus. Pois, de certeza, que não é esse tempo que nos vai impedir de descansar.

Finalizo com saudações vicentinas e desejando a todos vicentinos ou simplesmente cristãos umas boas férias!

Reunião

As nossas reuniões realizam-se às quintas-feiras, de 15 em 15 dias, no salão paroquial de S. Martinho de Bougado às 21 horas.
A próxima reunião será no dia 15 de Julho de 2010.
Em Agosto não haverá reuniões.
Voltaremos no inicio de Setembro.

QUE VICENTINOS QUEREMOS SER?

Seria bom que os vicentinos não fossem precisos, mas o tipo de sociedade que temos, a pobreza a bater à porta de muita gente. O alcoolismo, a droga, a falta de um tecto, a falta de roupa, a falta de cuidados médicos, a doença, a discriminação social, a solidão, a imigração, etc., são problemas que hoje, no século XXI, continuam a existir na nossa sociedade. A acção vicentina procura ser a resposta oportuna para cada situação de sofrimento e/ou pobreza que se detecta. O vicentino tem de ser e é muitas vezes o 1º rosto da humanidade para com outro ser humano necessitado. O Estado, com a sua máquina pesadíssima, não pode ou não quer, ter este papel. Também porque não terá condições para isso. A acção do vicentino preocupa-se com a promoção do homem na sociedade, através de um sentimento de afecto e respeito pela dignidade de cada pessoa, da oferta de amor, de compreensão, de receptividade a uma confidência ou a um desabafo, um conselho ou uma palavra amiga. É esta a mais importante e fundamental e é aquela que o pobre irá recordar para o resto dos seus dias. Não será o médico ou enfermeiro que o tratou, a assistente social que lhe arranjou uma casa, ou lhe deu um cheque, ou o patrão que lhe paga o vencimento no final do mês, que marcará para a vida do pobre. Será aquele vicentino ou não vicentino, que o levou ao médico ou ao hospital quando estava mal, o vicentino que lhe arranjou um emprego, o vicentino que lhe deu comida, roupa, que lhe deu banho, que lhe limpou a casa, que lhe deu medicamentos, que o visitou no hospital, no lar, na cadeia, que o tirou da rua e o levou a uma qualquer instituição, que lhe deu um livro, que lhe deu um beijo na face, que enfim pela primeira vez o tratou como um verdadeiro Homem.
O que se trata aqui, é entender que temos de olhar o pobre, não atrás de uma secretária, como se de uma repartição de finanças se tratasse, mas olhá-lo de forma que entenda que estamos ali para o ouvirão ajudar, como se fosse um familiar nosso e que tem na frente dele um amigo, com dois ouvidos para ouvir, dois olhos para olhar e dois braços para ajudar. Este tipo de assistência social nunca poderá ser dispensada enquanto a humanidade for humano.
Logo, ao aproximar-se daquele irmão, carente de algo, o vicentino, lava-se interiormente, para entrar no seu território.
A nossa atitude, independentemente de tudo o que possamos oferecer, é fundamentalmente uma atitude de escuta. A caminhada ao encontro do outro. Curvamo-nos, diante daquele Cristo, que ali se apresenta sujo, mal alimentado, agressivo, ausente. Ou até muito bem vestido, bem posicionado, mas despido de calor humano e roído pela dor da solidão.
Nós, vicentinos, preocupemo-nos mais com a promoção do homem. O respeito pela sua dignidade, leva-nos a procurar encontrar no meio de toda a adversidade, a palavra amiga e o gesto carinhoso, geradores de esperança.
Quando entregamos algo, nesse estender de mão, revelamos o nosso respeito e o nosso carinho, talvez a única esperança de calor humano que encontram.
O Vicentino é a presença pacificadora, que não faz perguntas nem exige. Tudo o que ouvimos, desabafos e confidências, ficam guardados, numa dupla cumplicidade.
Em 2010, o nosso único objectivo, é fazer daquele que é o pobre ou o carenciado de hoje, o Homem de amanhã. Se vamos conseguindo ou não, não sei. Mas vamos sempre tentando e tendo esse sonho.
Temos cumprido a missão de Vicentinos?
Temos assumido a responsabilidade de todos os actos que aqui praticamos?
Das decisões que tomamos?
Para finalizar, coloco a questão:
Que tipo de vicentino queremos ser?
Viver em função do outro, não é um desperdício, é uma virtude e é uma missão!
Que cada Vicentino seja o rosto de Cristo junto dos pobres.
Foi este o tema de reflexão da nossa reunião que nos faz pensar e olhar em frente, Jesus está em cada pessoa à nossa volta e este tema alerta-nos para nós combatermos o nosso egoísmo e pensar no outro. Só assim nos sentimos realizados.

Abraço Vicentino.

Paz e Bem

No passado dia 18/06/10 o tema de reflexão da nossa reunião teve por título “A caridade olha para o futuro”, foi tirado da revista Escalada, que é editada pelo concelho central do Porto.

Passo a transcrever algumas frases mais tocantes do texto sobre o qual reflectimos.

(…) Hoje como ontem, ou talvez, mais hoje do que ontem, as pessoas que sofrem qualquer forma de indigência, seja nas suas novas manifestações como nas suas formas tradicionais, continuam a esperar e a requerer o consolo da caridade. “«Da caridade de Deus tudo provém, por ela tudo toma forma, para ela tudo tende». A caridade é o Dom maior que Deus concedeu aos Homens: é a sua promessa e a nossa esperança”, como nos diz o papa Bento XVI na recente encíclica Caritas in Veritati (2)

O amor total e desinteressado ao próximo, com a sensibilidade que brota de uma vida espiritual, acrescenta a criatividade necessária e o arrojo suficiente para curar as feridas dos que mais sofrem
A caridade portanto, não se pode limitar unicamente à ajuda material…

…O cristão sabe quando é tempo de falar de Deus e quando é oportuno não falar sobre Ele, deixando que somente fale o amor (DCE 31)

“Caridade não deve nunca olhar para trás, mas sempre para a frente, porque o número dos seus benefícios passados é sempre muito pequeno, mas as misérias presentes e futuras que ela deve aliviar são infinitas”

Depois de escutarmos o texto chegamos as seguintes conclusões:

– Hoje mais do que nunca é necessário transmitir valores cristãos às famílias, mas o mais importante não é falar ao expor qualquer doutrina é fazer, isto é estar atento ao outro e ajuda-lo com obras e não com palavras.

– O vicentino deve saber calar ou falar de Deus nos momentos oportunos, isto é não devemos impor nada mas propor.

– Não devemos ter vergonha de nos afirmar em qualquer parte, devemos falar sobre o que acreditamos com alegria, para que os outros vejam que ser cristão é uma opção de vida que faz com que cada um olhe pelo irmão numa perspectiva de partilha e testemunho de vida.