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“Cristão em férias ou férias de Cristão?”

A reunião do pretérito dia 15 de Julho de 2010, a última antes do período de férias, foi bastante produtiva e teve grande afluência dos Confrades Vicentinos.
Vamos de férias apenas das reuniões, porque o trabalho activo da acção Vicentina mantêm-se, isto é, continuamos a fazer as visitas e a acompanhar os nossos irmãos mais fragilizados…

Antes do período de férias iremos realizar um convívio com toda a Família Vicentina de S. Martinho de Bougado.

Voltaremos às nossas reuniões no próximo dia 9 de Setembro de 2010.

Boas Férias para todos.

O tema de reflexão da nossa reunião tinha como título “ Cristão em férias ou férias de Cristão?”, tendo este sido retirado do sitio http://jmvalferrarede.blogspot.com/2009/07/cristao-em-ferias-ou-ferias-de-cristao.html .
Começamos por escutar o texto na íntegra. Depois reflectimos sobre aquilo que deve ser as férias de um cristão, nomeadamente de um vicentino. Dessa reflexão
surgiram algumas conclusões, tais como:
– Se no tempo de férias não deixamos de cumprir com as nossos deveres e com as nossas responsabilidades enquanto pais, filhos, cidadãos, amigos, etc. também
devemos continuar a nossa vivência enquanto cristãos, isto é, devemos continuar a mostrar a nossa fé quer em obras, quer através do nosso exemplo de vida.
– Uma das sugestões apresentadas, foi por exemplo, levar um livro que nos ajude a crescer na fé e que nos faça reflectir sobre ela.
– Independentemente do local onde nos encontremos não devemos ter vergonha de nos assumir cristãos.
– No fundo, apenas uma coisa se exige ao cristão, é que seja coerente, possa dedicar uma ou duas horas na semana às coisas de Deus. Pois, de certeza, que não é esse tempo que nos vai impedir de descansar.

Finalizo com saudações vicentinas e desejando a todos vicentinos ou simplesmente cristãos umas boas férias!

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Reunião

As nossas reuniões realizam-se às quintas-feiras, de 15 em 15 dias, no salão paroquial de S. Martinho de Bougado às 21 horas.
A próxima reunião será no dia 15 de Julho de 2010.
Em Agosto não haverá reuniões.
Voltaremos no inicio de Setembro.

Vinda do Santo Padre a Portugal

Hoje o tema da nossa reflexão incidiu sobre a vinda do Santo Padre a Portugal.
Escutamos pequenas reflexões sobre aquilo que o chefe da Igreja nos disse, principalmente sobre a pastoral social.
Ficamos a perceber quanto é nobre o que realizamos como Vicentinos, em que percebemos o quanto é importante a nossa acção social voltada para os pobres, doentes, desempregados e vários carenciados que perturbam a dignidade humana.
O Santo Padre deu-nos um grande exemplo de humildade, simplicidade e de inteligência com a sua forma de estar e de ser que, nós Vicentinos, ficamos surpreendidos.
É esta a força de quem é católico e Vicentino. Nós vamos ao encontro do pobre e tentamos que este consiga crescer na fé e na dignidade humana que, com a nossa presença, os ajuda a esquecer os problemas do dia-a-dia. O coração de Vicentino nas coisas que são humanamente normais é muito forte que, por vezes, é difícil compreender.
O Santo Padre explica-nos que Deus é o amor e este amor está no próximo que a sociedade rejeita e passa ao lado.
Obrigado Santo Padre pelo exemplo de fé e coragem com que nos ajuda a descobrir o verdadeiro Cristo que está no próximo. Que Deus o Abençoe!
Finalizo com saudações vicentinas do irmão que reza por nós.

Também eu me senti como Jesus.

Naquele longínquo ano de 80, também eu me senti como Jesus.

Ao ficar cego, naquela tarde, achei-me perdido e só. Não faltou quem me atribuísse a cegueira ao facto de eu estudar muito e de passar muitas horas a ler e a escrever. Era como se fosse o único culpado do que me estava a acontecer. O pior é que nenhum especialista conseguiu descobrir, de entre tantas causas, a verdadeira razão de me ter desaparecido a capacidade visual. Embora apontassem vários possíveis motivos, não surgiu algum que me fizesse sentir ilibado. Teria de carregar com o peso da cegueira e de uma hipotética culpa.

E de cruz aos ombros lá segui o meu penoso caminho. (…) Quando a minha caminhada já levava cerca de dois meses de lágrimas amargas e caudalosas, uma enfermeira que até aí se limitara a cumprir com a realização das tarefas que lhe eram confiadas, saiu do meio da multidão das suas normas quotidianas e se abeirou de mim como se da Verónica bíblica se tratasse.
Nem imaginas no poderoso bálsamo que a presença desta enfermeira foi para mim.
“E o que é que ela te fez assim de tão significativo?”, perguntar-me-ás.

Sentou-se ao meu lado e com a sua disponibilidade de mulher, passou a escutar, regularmente, primeiramente os meus soluços descontrolados e depois abriu-se aos meus desabafos desgovernados e, por vezes, deveras blasfemas contra Deus. No seu suave e doce silêncio teceu a mais bela toalha com que me enxugaria o rosto prelado de suor e de lágrimas e assim me alentou até o dia da minha Páscoa.
Américo Lisboa Azevedo
http://www.pupsaude.com/2010/03/deixa-me-que-te-fale_28.html#more

E o que é que nós, como vicentinos, podemos fazer de tão significativo?

Esta pergunta inquietou-nos…
Nem sempre estamos disponíveis para descobrimos o que é este “ tão significativo”. E porquê?
– Às vezes, nas visitas ao próximo preocupamo-nos em ajudar materialmente e esquecemo-nos que muitas vezes o ”tão significativo” está no acto de saber escutar e, sobretudo, no perceber quais são realmente os problemas que afligem e que causam descrença no próximo.
– Outras vezes, caímos na rotina do quotidiano, no tempo fugaz que achamos pouco e esquecemo-nos simplesmente que o “tão significativo” está nas pequenas coisas, no “pouco” tempo que cada um de nós pode disponibilizar…